sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

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Acho que a felicidade é uma espécie de susto, quando a vemos, já aconteceu. Ela é justamente uma construção pequena de todos os dias. Tenho aprendido com o tempo que a felicidade vibra na frequência das coisas mais simples. Que o que amacia o sorriso, convida a alma para brincar, são essas imensas coisas pequeninas bordadas com fios de luz no tecido áspero do quotidiano. A felicidade é simples, e quando descobrimos isso, ela deixa de ser uma espera e passa a ser um minuto, um segundo. E é de minutos e segundos que se faz a vida.

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