sexta-feira, 22 de abril de 2011

A vida,

pode ser mais leve. Mais lúdica. Mas se eu não brincasse, enlouqueceria. Não posso, nem sei ser essa imagem que tanta gente congelou a respeito do que é ser adulto. Passo longe desse freezer. Quero o calor da vida. Quero o sonho e a realidade melhor que ela me puder gerar. Quero alguma inocência que não seja mal calculada. Quero descobrir coisas que não suspeito existirem e, que para minha surpresa, têm significado para o meu coração. Adulta, quero caminhar de mãos dadas, vida fora, com a criança que me habita: curiosa, arteira, espontânea.

4 comentários: